Bem, não iriamos ficar a vida inteira sem nos reencontrarmos, haveria uma hora em que nossos olhos se encontrariam, eu tinha medo da minha reação e do que eu iria sentir depois disso, mas isso pouco me importava agora, aparentemente olhei para o horizonte, um ótimo subterfugio afinal de contas. Depois de uma grande onda de frio saiu um sol, não aquele sol que costuma fazer, mas um sol que esquenta um pouco, fui sair, ir ao mercado e depois na banca de jornal, coloquei agora meu constante casaco para me proteger do ainda frio que estava. Eu decidi ir primeiro ao mercado, parecia ser mais perto, na verdade era a mesma distância. Estava distraido pensando em música, dança, teatro, zouk.. Quando eu viro a rua e ocorre o reencontro, tão rápido, tão emocionante, tão.. doloroso. Eu devo ter feito uma careta, meus olhos arregalaram como os outros que estavam fixados em mim também, senti que a pessoa que se assutara do mesmo jeito que se assutara quando a vira sentiu a mesma coisa. Bem, eu explico isso em poucas palavras "Senti de novo o buraco no meu peito latejando", mas essa sensação passou, sinto que sentiu a mesma coisa pela cara de surpresa e o mesmo "sem jeito" de querer sair correndo. Eu rapidamente me virei e atravessei a rua, demorei um tempo, confesso, pra me dar conta de que nos reencontramos. Talvez se estivesse trocado a ordem dos fatores alteraria o produto.
MERDAAAAAAAAAAAA !
by: Cako
"Don't Forget"
grammy awards
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Prólogo
Era um dia como outro qualquer, outro peça multicelular estava em seu computador quando decidiu cospir todos os seus sentimentos. Ele já estava cansado de ficar guardando tudo para si, então ele resolveu virar o jogo e dar o Mate.
He
- Caco Holanda
- Somewhere, Brazil
- Carioca de 16 anos com sonhos na cabeça e garras nas mãos. Não tem medo de ser feliz, porém tem medo das consequências da felicidade. Inseguro? Quando necessário. Egocêntrico? Na medida certa. Exagerado? Talvez até demais. Mas afinal, ninguém nasce sem algum defeito de fábrica .
