É... hoje foi dificil. Acordei as 6:10 e levantei da cama 6:25, somando todos os números dá 7 e o outro 4, pra mim 2 números fortes, pensei que hoje seria um dia normal, calmo, bom, mas foi estranho, no final bom, mas estranho. Chegou uma nova professora pra mim, acabaram meus queridos 1º e 2º tempos vagos de segunda e minha saida as 10:10, chegou uma professora dizendo dar pra gente "Projecto e Educação Artistica", mas tá mais pra literatura, já que ela dissera que só iria dar textos. O tema hoje foi "A última flor", minha redação ficou bacana, quando no último tempo perdi o controle, Alice pegara minha régua uma vez eu mandei ela me devolver, ela não devolveu e ficou batendo nos outros com ela, consegui apanha-lá, guardei em minha mochila como sempre e fui conversar com o pessoal, quando eu vou sair eu vejo minha régua na mão dela, naquela hora me deu um acesso de raiva, algo adormecido em mim que já caira em sono profundo desde a 4ª série retornara, meu "Eu Selvagem", o meu eu que não tem medo de se arriscar, o meu eu que se irrita a toa que sai pra briga, que berra, que é o verdadeiro BARRAQUEIRO, vamos nomear como "Cako Barraqueiro", como disse, meu sangue subiu, não contia mais meus movimentos, parecia que eu colocara meu avião no piloto automático enquanto observava o seu vôo na grande cadeia dos montes Urais. Coloquei minha mão na mesa, olhei dentro dos olhos dela e berrei:
- DEVOLVE A MINHA RÉGUA!!!
Todos olharam pra mim, inclusive a professora, pra mim pouco importava levar uma suspensão, o que me importava era ter minha régua. Ela não entregou, eu berrei mais uma vez com mais verossidade.
- DEVOLVE MINHA RÉGUA... AGOOOORA!!!
Todos estavam olhando e isso pouco me importava, quando Alice saiu da sala e eu berrei novamente, ela deixou a régua no chão e saiu correndo, ao pegar minha régua eu volte a mim mesmo, como se eu voltasse a pilotar meu avião, comandar tudo. O que será que aconteceu? Aposto que muitos ficaram com medo de mim por causa disso. Mas isso pouco me importa!
MERDAAAAAAAAA !
by: Cako
"I am unwritten"
grammy awards
.-.
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Prólogo
Era um dia como outro qualquer, outro peça multicelular estava em seu computador quando decidiu cospir todos os seus sentimentos. Ele já estava cansado de ficar guardando tudo para si, então ele resolveu virar o jogo e dar o Mate.
He
- Caco Holanda
- Somewhere, Brazil
- Carioca de 16 anos com sonhos na cabeça e garras nas mãos. Não tem medo de ser feliz, porém tem medo das consequências da felicidade. Inseguro? Quando necessário. Egocêntrico? Na medida certa. Exagerado? Talvez até demais. Mas afinal, ninguém nasce sem algum defeito de fábrica .
